A nasofibroscopia usa um tubo fino e flexível, com luz e câmera, que passa por uma narina. As imagens mostram o interior do nariz e regiões posteriores; conforme a indicação, a avaliação pode alcançar a garganta e a laringe.
Em Curitiba, Dra. Cynthia Nicolau (CRM-PR 15078, RQE 8877) realiza nasofibroscopia e laringoscopia. A indicação depende da consulta e da região que precisa ser examinada; o exame não substitui a avaliação clínica.
Para que serve e quais queixas podem ser avaliadas?
A câmera pode ajudar a investigar obstrução nasal persistente, sangramentos pelo nariz, alteração do olfato ou pressão facial recorrente. Se a avaliação incluir garganta e laringe, pode contribuir diante de mudanças na voz ou dificuldade ao engolir. A indicação é individual e depende da consulta.
Como a câmera passa pelo nariz?
A médica conduz o aparelho por uma narina e acompanha as imagens. Pode pedir que você respire ou fale, conforme a avaliação. A passagem pode causar pressão, irritação ou vontade de tossir; a sensação varia. Não é possível garantir que seja indolor.
Qual é a diferença para a laringoscopia?
A nasofibroscopia observa o nariz e regiões posteriores, podendo incluir a garganta. A laringoscopia tem foco na laringe, onde ficam as pregas vocais, e pode ser indicada para avaliar a voz. A médica esclarece qual exame se aplica à sua queixa.
Perguntas frequentes
Preciso fazer jejum?
Confirme com a equipe; não há uma regra única para todos.
Quanto tempo dura?
Varia conforme a indicação e as etapas; não há tempo universal.
O exame dói?
Pode haver desconforto ou pressão; a sensação varia e não se garante ausência de dor.
A câmera avalia as pregas vocais?
Depende do trajeto; a laringoscopia é direcionada à laringe e às pregas vocais.
Fontes de informação e nota editorial
Conteúdo educativo preparado com referências médicas. Informação médica revisada pela Dra. Cynthia Nicolau; não substitui consulta individual.